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quarta-feira, 21 de julho de 2021

Ex-ministro Ricardo Salles e madeireiros do Pará passam a ser processados perante à Justiça Federal de Altamira

Ricardo Salles é alvo de inquérito que apura retirada e venda ilegal de madeira.

Foto: Reprodução

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, decidiu enviar nesta terça-feira (20) para a Justiça Federal do Pará o inquérito que apura um suposto esquema de facilitação de contrabando de madeira. Um dos alvos da investigação é o ex-ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles e empresas madeireiras com sede no estado do Pará.

Em decisão, Moraes aponta que os elementos de prova indicam que os crimes apurados teriam ocorrido primordialmente em Altamira (PA), e por isso a Justiça Federal do Pará seria competente para conduzir as investigações. “Assim, os autos deverão ser remetidos à Justiça Federal de Altamira, para regular prosseguimento da investigação“, escreveu o ministro. Eis a íntegra da decisão do ministro

Moraes atendeu a um pedido da Polícia Federal após Salles ter perdido o foro privilegiado quando deixou de ser ministro do governo Bolsonaro. A investigação desencadeou a operação Akuanduba, batizada em referência a uma divindade do povo indígena Araras, do Pará, que desde janeiro apura supostas exportações ilegais de madeira para a Europa e para os Estados Unidos.

Essa investigação, agora remetida para Vara Federal de Altamira, é destinada a apurar crimes contra a administração pública (corrupção, advocacia administrativa, prevaricação e, especialmente, facilitação de contrabando) praticados por agentes públicos e empresários do ramo madeireiro. As investigações foram iniciadas em janeiro deste ano a partir de informações obtidas junto a autoridades estrangeiras noticiando possível desvio de conduta de servidores públicos brasileiros no processo de exportação de madeira.

E maio deste ano, a Polícia Federal faz buscas em endereços residenciais do ministro Ricardo Salles em São Paulo, no endereço funcional em Brasília e também no gabinete que o ministro tinha montado no Pará. Além da Associação das Indústrias Exportadoras de Madeira do Estado do Pará (AIMEX), mais três entidades madeireiras sofreram busca e apreensão da Policia Federal. Os mandados foram cumpridos em Belém, Joinvile(SC) e em uma madeireira que tem sede na capital, com filiais em Oriximiná e Terra Santa, e outra madeireira cuja sede está situada em Miritituba, distrito de Itaituba, na região sudoeste do Pará.

On News com informações UOL Notícias

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