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sexta-feira, 19 de novembro de 2021

Portugal precisa de milhares de trabalhadores e inicia recrutamento no Brasil

De acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE), a taxa de empregos não preenchidos subiu de 0,78% para 0,99% no segundo trimestre deste ano.

Foto: Reprodução

Após redução crítica na mão de obra local, Portugal enfrenta dificuldades na retomada da economia após a fase mais restrita da pandemia da covid-19 devido à ausência de, pelo menos, 60 mil pessoas ocupando postos de trabalho. De acordo com autoridades locais, sobram vagas e faltam trabalhadores.

Segundo o presidente da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), Raul Martins, o setor que antes da pandemia gerou 15,4% do Produto Interno Bruto (PIB) português, hoje precisa de aproximadamente 15 mil trabalhadores para recuperar os índices que foram reduzidos pela metade após as restrições de circulação adotadas pelo país.

Ao citar como exemplo a região do Algarve, principal destino turístico de Portugal e que registra bons índices de trabalho no verão por ser uma região praiana, o diretor do Grupo Nau, Mário Azevedo Ferreira, destaca que as contratações devem envolver todos os setores beneficiados pela atividade turística. 

Desta forma, para tentar driblar as ausências, pessoas acumulam dois ou mais empregos, assim como empresas de hotelaria começaram a recrutar no Brasil, como já feito pelo grupo Vila Galé, presente em diversas cidades brasileiras e em Portugal. Orçamento reprovado previa um programa para facilitar a captação de imigrantes.

Outros setores impactados de forma negativa e preocupante são a construção civil e de restaurantes, que em um cenário ideal precisariam de 70 mil e 25 mil trabalhadores, respectivamente.

De acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE), a taxa de empregos não preenchidos subiu de 0,78% para 0,99% no segundo trimestre deste ano. Além disso, o índice de desemprego está em 6,1%, índice abaixo dos registrados antes da explosão da pandemia.

Porém há 300 mil desempregados inscritos nos centros de emprego, que segundo fontes oficiais não estariam interessados nessas vagas e sim em colocações em outros países. Os principais fatores para a fuga de mão de obra está a busca de melhores salários, envelhecimento da população em idade ativa e pagamento de subsídios.


Com informações de O Globo

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