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quarta-feira, 22 de dezembro de 2021

Pesquisador Paraense e pesquisadores do Espírito Santo têm artigo publicado na página da OMS sobre a Covid-19 no Brasil.

 A publicação detalha sobre a forma de propagação do Coronavírus no Brasil, já no início da pandemia.






O Físico Paraense, Prof. Dr. Jefferson Nascimento (Pós-doutorado em Cenários epidemiológicos) juntamente com os Prof. Dr. Carlos Passos (Físico/UFES), Prof. Dr. Estefano (Engenheiro/IFES) e o Prof. Dr. José Lourenço (Físico/UFES) apresentaram resultados de uma pesquisa científica em um artigo que passou a compor o banco de dados de informações de alta importância no combate ao novo Coronavírus da Organização Mundial de Saúde (OMS). Um fato que para os pesquisadores equivale a um feito histórico para a Ciência Brasileira. A publicação detalha sobre a forma de propagação do Coronavírus no Brasil, já no início da pandemia. Os autores receberam a notícia com muito entusiasmo, na semana passada que foi compartilhada a redação do On News, pelo pesquisador Jefferson Nascimento.

Prof. Dr. Jefferson Nascimento; Prof. Dr. Carlos Passos; Prof. Dr. José Lourenço e Prof. Dr. Estefano

“A Ciência Nacional se encontra num cenário de além de ter que combater à pandemia, precisa combater também a propagação de fake news e o próprio negacionismo científico (como campanhas para desqualificar a eficácia de vacinas e a utilização de medicamentos que não fazem efeito algum contra o novo Coronavírus)”. Ressaltou.

Foto Reprodução 


O artigo que está disponível no link https://pesquisa.bvsalud.org/global-literature-on-novel-coronavirus-2019-ncov/resource/pt/ppmedrxiv-20212829, apresenta um método proposto pelos autores para investigar de que forma o Coronavírus atua durante as interações pessoais para que ocorra o contágio pessoa-pessoa. O trabalho científico iniciou junto com a Pandemia e segue em desenvolvimento até este momento. Tanto que nesta semana houve a mais recente publicação dos autores sobre a Pandemia do novo Coronavírus, disponível em http://www.ojs.unirg.edu.br/index.php/1/article/view/3612/1867.

Já bem no início da Pandemia, os autores previram os casos de novas infecções e óbitos, por meio da observância de uma equação chamada de Johnson-Mehl-Avrami-Kolmogorov (JMAK) e conseguiram apontar a direção correta para a evolução da virose, em todos os estados do Brasil.

 De acordo com os Prof. Dr. Carlos Augusto e o prof. Dr. Jefferson Nascimento “[...] o modelo indicou que a taxa de nucleação foi de quarta ordem e isto teve como significado que os brasileiros estavam se aglomerando sem respeitar as medidas de distanciamento social e a prevenção básica de combate à virose. Algo que é obvio hoje em dia, mas não era com apenas alguns dias de pandemia e já conseguíamos enxergar este fato e o impacto dele a longo prazo como sendo ‘catastrófico’ para o Brasil”, conforme uma das figuras contidas no artigo:

Foto Reprodução: 

http://www.ojs.unirg.edu.br/index.php/1/article/view/3612/1867.


Ainda de acordo com os autores, a figura mostra inicialmente quatro grupos de pessoas, dois infectados (vermelho) e dois não infectados (verde), após o encontro deles, de acordo com o modelo proposto pelos pesquisadores, o resultado são os quatro últimos grupos, em que confirma a contaminação em massa da população, quando não seguem as medidas de combate à doença.

Este resultado indicava que já no início da pandemia era necessária uma medida drástica: o Lockdown, com o fechamento das vias aéreas, terrestres e marítimas para tentar evitar todo o cenário que o Brasil vivenciou na primeira e segunda ondas da Covid-19. O comportamento da população previsto indicava para um caos anunciado, com um aumento elevado em números de infectados e mortes, o que levaria os sistemas de saúde público e privado no Brasil, bem como o funerário também, a entrarem em colapso. Fato este que se confirmou ainda em meados do primeiro semestre de 2020 e depois na segunda onda ainda no segundo semestre de 2020 e começo de 2021.

“O trabalho agora consiste em modificarmos aquela equação utilizando uma generalização da entropia de Boltzmann–Gibbs proposta por Constantino Tsallis (CBPF/RJ - Brasil) que descreve adequadamente o comportamento em lei de potência de uma vasta gama de fenômenos, por exemplo, epidemias e, neste caso, a pandemia do novo Coronavírus”. Destacaram.

Algo já previsto também pelos autores é o impacto da baixa adesão à vacinação em muitos municípios Brasileiros, que está sendo considerado no modelo de previsão da pandemia. Como as medidas de contenção no Brasil, contra a Covid-19, falharam muito e ainda falham, já se previa o forte impacto de novos casos de infecções e óbitos pela baixa adesão à vacinação e a consequente liberação de atividades sociais que aglomeram, o que requer total atenção por parte do poder público, como é o caso da região do Tapajós no Pará. Após vários eventos festivos (shows com a participação de artistas, aglomerações etc.) que ocorreram na região, os novos casos de infecções dispararam.

 

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