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Mostrando postagens com marcador Brasil. Mostrar todas as postagens
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quinta-feira, 14 de maio de 2020

Bolsonaro pede que governadores e prefeitos tenham ‘misericórdia’ da população: “Nós vamos morrer de fome”

Na saída do Palácio da Alvorada na manhã desta quinta-feira (14), o presidente Jair Bolsonaro fez um novo apelo para que os governadores e reabram a economia em seus estados.


Segundo ele, a continuação do bloqueio no comércio fará as pessoas “morrerem de fome”.

“Tem que reabrir, nós vamos morrer de fome, a fome mata. Então, pessoal, o apelo que eu faço aos governadores, revejam essa política, estou pronto para conversar, vamos preservar vida, vamos, dessa forma (continuidade do comércio fechado) o preço lá na frente serão centenas de vidas que vamos perder”, afirmou.

Ainda segundo o presidente, a manutenção das medidas que levam ao fechamento da economia é o caminho “do fracasso” e poderá “quebrar o Brasil”.

“Vai chegar um ponto que o caos vai se fazer presente aqui, essa história de “lockdown”, vamos fechar tudo, não é esse o caminho, esse é o caminho do fracasso, quebrar o Brasil. Governador, prefeito, que entrou nessa onda lá atrás, faça como eu já fiz algumas vezes na minha vida, se desculpa e faz a coisa certa”, completou.

Da Redação
Conexão Politica

Caixa vai estender pausa para pagar prestação de imóvel, diz Bolsonaro

Mais de 2,3 milhões de cleintes já solicitaram a pausa ao banco

O presidente Jair Bolsonaro disse hoje (14) que a Caixa Econômica Federal vai estender por mais um mês a pausa emergencial para o pagamento de financiamentos habitacionais. Segundo o presidente, dos 5 milhões de clientes do crédito imobiliário, mais de 2,3 milhões já solicitaram a pausa ao banco.


“As pessoas não têm dinheiro para pagar a prestação da casa própria”, disse ele, ao deixar o Palácio da Alvorada. No primeiro momento, como medida de socorro financeiro pelos impactos da pandemia de covid-19, a Caixa anunciou uma pausa de até dois meses para o pagamento das prestações, depois prorrogou por mais um mês e agora, segundo Bolsonaro, a pausa será ampliada para quatro meses.

De acordo com a Caixa, só têm direito ao benefício os contratos que estão em dia ou com, no máximo, duas prestações atrasadas. O cliente que tem três ou mais parcelas em atraso deve fazer uma renegociação com o banco.

Para o presidente, entretanto, para que a medida funcione, é preciso garantir a renda e o emprego dos trabalhadores. Bolsonaro defende o isolamento social apenas para as pessoas do grupo de risco da covid-19 e o fim do isolamento para toda a população. Com a retomada das atividades e do comércio, segundo ele, haverá demanda para as indústrias voltarem a produzir e gerar empregos.

“Não adianta apenas prorrogar [o pagamento] se o cidadão que perdeu o emprego, teve salário reduzido, não tem como pagar a prestação da casa própria. O que está sobrando de dinheiro pra ele está sendo pra comida”, disse. “O Brasil está quebrando e, depois de quebrar, a economia não se recupera. Vamos ser fadados a ser um país de miseráveis. Temos que ter coragem de enfrentar o vírus. Está morrendo gente? Está, lamento. Mas vai morrer muito mais se a economia continuar sendo destroçada por essas medidas”, ressaltou.

Autoridades de saúde orientam a população e os governos a adotar as medidas de isolamento e distanciamento social como forma de prevenção à disseminação do novo coronavírus. Como ainda não há vacina nem remédio, comprovado cientificamente, contra a covid-19, a orientação visa a frear a transmissão do vírus para evitar que os sistemas de saúde fiquem sobrecarregados e consigam atender a todas as pessoas que venham a ficar doentes.

Bolsonaro fez um apelo aos governadores para que revejam a política de fechamento do comércio e disse que está pronto para conversar. “O Brasil está se tornando um país de pobres. Vai chegar um ponto que o caos vai se fazer presente aqui. Essa história de lockdown, de fechar tudo, não é esse o caminho, esse é o caminho do fracasso, de quebrar o Brasil”, afirmou.

Edição: Graça Adjuto

quarta-feira, 13 de maio de 2020

Mourão pede aos que “perderam a eleição” que deixem Bolsonaro governar

Vice-presidente condenou também a invasão dos demais poderes sobre o executivo:

Em uma publicação nas redes sociais, o vice-presidente, General Hamilton Mourão reafirmou sua lealdade ao Presidente Bolsonaro, pedindo para que a “turma que perdeu a eleição” deixe o presidente Jair Bolsonaro, governar o Brasil, o que segundo ele, é fundamental para que o país se mostre como um “parceiro confiável” para dar “estabilidade ao investidor”. Mourão condenou também a invasão dos demais poderes sobre o executivo:


“É papel nosso dar estabilidade ao investidor. O Brasil tem que mostrar ser um parceiro confiável. Agora, para isso tem que parar com essa brigalhada aqui dentro. A turma que perdeu a eleição em 2018 tem que entender e tem que deixar o PR governar. Os demais poderes parece que esqueceram os seus limites e as suas responsabilidades. Temos que passar por cima disso e mudar essa forma de se relacionar. Aí os investidores virão. Se continuarmos com essa briga menor .. nenhum investidor virá para cá.”

Lewandowiski manda divulgar resultados de exames de Bolsonaro

O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal, acaba de conceder ao jornal ‘O Estado de S. Paulo’, acesso aos resultados dos exames do presidente Jair Bolsonaro para a covid-19.


Na noite desta última terça-feira (12), conforme noticiado pelo Conexão Política, a Advocacia-Geral da União entregou os laudos do exame do presidente ao ministro. Segundo a AGU, o teste resultou negativo.

73,2 mil militares receberam o Auxílio Emergencial; Bolsonaro diz que serão punidos

O Ministério da Defesa informou que 73.242 militares das Forças Armadas, incluindo ativos, inativos, de carreira e temporários, pensionistas, dependentes e anistiados receberam indevidamente o auxílio emergencial de R$ 600.

Em nota, a pasta informou que os comandos das três Forças (Aeronáutica, Marinha e Exército) abriram processo para investigar a participação de cada um de seus integrante em possíveis irregularidades e que os valores recebidos de forma indevida serão devolvidos à União e foram instruídos a passar um ‘pente fino’ na tropa.


“Os Ministérios da Defesa (MD) e da Cidadania (MC) informam que, dos quase 1,8 milhão de CPFs constantes da base de dados do MD, 4,17% (73.242) receberam o auxílio emergencial concedido pelo Governo Federal. Isso inclui militares (ativos e inativos, de carreira e temporários), pensionistas, dependentes e anistiados. Assim que o Ministério da Defesa e o Ministério da Cidadania fizeram o cruzamento de dados e identificaram a possibilidade de eventuais recebimentos indevidos, os Comandos das Forças Armadas foram acionados para apurar possíveis irregularidades (…) Havendo indícios de práticas de atos ilícitos, os Ministérios da Defesa e da Cidadania adotarão todas as medidas cabíveis, mantendo sempre o compromisso com a transparência”, diz a nota a Defesa.

A devolução poderá ser feita de maneira voluntária, com o pedido de estorno do crédito bancário ou pagamento via Guia de Recolhimento da União (GRU), no respectivo valor. Quem não devolver os recursos será inscrito na Dívida Ativa da União e cobrado compulsoriamente.

Punição
Na manhã desta quarta (13),  na saída do Palácio da Alvorada, o presidente Jair Bolsonaro disse que os militares que forem identificados serão punidos administrativamente e terão que devolver o dinheiro. Ele afirmou que a maioria dos casos foram com jovens que prestam o serviço militar obrigatório.

“No nosso meio, quando acontece coisa errada no nosso meio militar, o bicho pega. Estão sendo investigados, vão pagar, vão devolver o dinheiro e vão pegar punição disciplinar. Coisa que não acontece com frequência em outras áreas”, disse o presidente.

Bolsonaro diz que imprensa tem que “parar com essas babaquices e fazer a coisa séria”

Presidente convidou repórteres a irem com ele em cidades satélites de Brasília para fazer a cobertura de como as pessoas estão vivendo neste momento de crise.

O presidente Jair Bolsonaro, em conversa com jornalistas na manhã desta quarta-feira (13), na frente do Palácio da Alvorada, criticou as coberturas da imprensa em coisas irrelevantes.


O chefe do Executivo também convidou os repórteres a irem com ele em cidades satélites de Brasília para fazer a cobertura de como as pessoas estão vivendo neste momento de crise.

A fala aconteceu enquanto o presidente defendia mudança nas medidas de isolamento social.

O presidente Jair Bolsonaro, em conversa com jornalistas na manhã desta quarta-feira (13), na frente do Palácio da Alvorada, criticou as coberturas da imprensa em coisas irrelevantes.

O chefe do Executivo também convidou os repórteres a irem com ele em cidades satélites de Brasília para fazer a cobertura de como as pessoas estão vivendo neste momento de crise.

A fala aconteceu enquanto o presidente defendia mudança nas medidas de isolamento social.

“Quem ficar em casa parado vai morrer de fome… Eu fico me colocando no lugar das pessoas humildes. Se vocês toparem fazer uma matéria decente, eu vou com vocês no fim de semana à Ceilândia, Taguatinga, pessoal mais das cidades satélites, para ver como estão vivendo. Falem com o chefe de vocês e, se autorizar, a gente vai lá”, disse Bolsonaro

E acrescentou: “Sem aquela de provocou aglomeramento [sic], entrou em farmácia, caiu a máscara, não sabe usar a máscara… Parar com essas babaquices e fazer a coisa séria”.


‘Quem ficar parado vai morrer de fome’, afirma Bolsonaro

Presidente falou sobre isolamento e criticou João Doria por optar em manter a economia fechada

Durante conversa com jornalistas na saída do Palácio da Alvorada nesta quarta-feira (13), o presidente Jair Bolsonaro voltou a defender a reabertura da economia do país. Segundo ele, a manutenção da população em casa vai causar um aumento da fome no país.


– Ficar em casa para quem pode é legal, sem problema nenhum. Mas para quem não tem condições, a geladeira está vazia, tem três, quatro filhos chorando. Tem gente que chega em casa e tem danoninho, carne de primeira – disse.

O presidente também criticou o governador de São Paulo, João Doria, por conta de uma declaração em que o chefe do Executivo paulista defendeu que haveria aumento de mortes com o fim do isolamento. Para Bolsonaro, as pessoas que continuarem em casa vão “morrer de fome” se os empregos não forem retomados.

– Doria falou que é melhor o isolamento do que o sepultamento, quem ficar em casa parado vai morrer de fome, não podemos ficar hibernando em casa – completou.

terça-feira, 12 de maio de 2020

Governadores afrontam democracia, e não querem abrir o comercio, diz Bolsonaro

Bolsonaro enfatizou que “afrontar o Estado Democrático de Direito é o pior caminho” porque “aflora o indesejável autoritarismo”.

O presidente da República, Jair Bolsonaro, elevou o tom, nesta terça-feira (12), contra mais uma atitude desafiadora de governadores em meio à pandemia de coronavírus.


Bolsonaro afirmou que os governadores estariam afrontando a democracia ao não obedeceram a classificação de academias, barbearias e salões de beleza como serviços essenciais.

De acordo com decreto assinado por Bolsonaro, os serviços poderiam seguir funcionando mesmo durante as medidas de isolamento social.

Em mensagem nas redes sociais, o chefe do Executivo declarou:

“- Alguns governadores se manifestaram publicamente que não cumprirão nosso Decreto n°10.344/2020, que inclui no rol de atividades essenciais as academias, as barbearias e os salões de beleza.

– Os governadores que não concordam com o Decreto podem ajuizar ações na justiça ou, via congressista, entrar com Projeto de Decreto Legislativo.

– O afrontar o estado democrático de direito é o pior caminho, aflora o indesejável autoritarismo no Brasil.

– Nossa intenção é atender milhões de profissionais, a maioria humildes, que desejam voltar ao trabalho e levar saúde e renda à população.”

Como noticiou a RENOVA, governadores de pelo menos sete Estados afirmaram que manterão os serviços fechados mesmo depois do decreto.

“É a Suprema Corte que mais trabalha no mundo”, diz Toffoli sobre STF

Na entrevista concedida ao programa Roda Viva, da TV Cultura, na noite desta última segunda-feira (11), o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Dias Toffoli, afirmou que o STF é a suprema corte que mais trabalha no mundo.


A declaração foi dada ao justificar gastos e rendimentos de juízes no Brasil.

“Esse momento de exemplo é o que estamos fazendo, trabalhando, dando prioridade aos casos da covid-19. [O STF] é a suprema corte que mais trabalha no mundo, que mais decide no mundo. Desde 14 de março começamos a catalogar casos envolvendo a covid. Já são 1.800, com 1.600 decisões”, declarou.

E acrescentou: “A suprema corte dos EUA, que tem uma remuneração anual maior que a do Brasil, ela julga por ano cem casos. A da Alemanha, cada turma, que lá chama Senado, julgam 80 casos cada uma. O Supremo trabalha e trabalha muito. Exemplo se dá trabalhando”.

Em 2019, o salário dos ministros do STF subiu de R$ 33,7 mil para R$ 39,2 mil. O reajuste, de 16,3%, foi aprovado em sessão administrativa por 7 votos a 4.

O aumento foi depois confirmado pelo Congresso Nacional, ocasionando um efeito cascata na administração pública, uma vez que o salário dos ministros serve de teto para a remuneração de todos os servidores públicos.

Mesmo assim, Toffoli argumenta que o Supremo Tribunal Federal irá economizar 15% do orçamento em 2020.

Toffoli afirma que nunca viu Bolsonaro desrespeitar STF

O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Dias Toffoli, afirmou nesta última segunda-feira (11), em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, que nunca viu qualquer ataque ou desrespeito por parte do presidente Jair Bolsonaro contra o STF.


A declaração de Toffoli ocorreu após uma pergunta sobre a participação do presidente em atos onde apoiadores teceram criticas à Corte.



Para o ministro, essa é uma pauta de parte dos manifestantes que, na visão dele, não é endossada pelo chefe do Executivo federal.

“Ele dialoga com esse eleitor falando com os extremos, para tentar puxar o centro para lá. É uma linha política centrífuga. Aí acaba havendo [ataques], muitas vezes por parte de apoiadores, nunca vi diretamente dele algo contra o Supremo ou de não respeitar a institucionalidade”, disse.

segunda-feira, 11 de maio de 2020

Em depoimento, Valeixo diz que Bolsonaro nunca pediu acesso a investigações

Segundo Valeixo, a motivação da troca seria por questões de ‘afinidade’.

Nesta segunda-feira (11), o ex-diretor-geral da Polícia Federal (PF), Maurício Valeixo, prestou depoimento no inquérito que investiga uma suposta interferência do presidente Jair Bolsonaro no órgão.


Em Curitiba, o delegado afirmou que o presidente decidiu tirá-lo do cargo por desejar alguém com mais afinidade.

Valeixo fez questão de dizer que nunca recebeu pedidos do presidente para obter acesso às investigações ou a inquéritos sigilosos.

Valeixo disse que, em sua visão, “a partir do momento em que há uma indicação com interesse sobre uma investigação específica, estaria caracteriza uma interferência política, o que não ocorreu em nenhum momento sob o ponto de vista do depoente”.

Ele também destacou que a ‘afinidade’ foi uma questão que pesou na decisão do presidente.

“Em duas oportunidades, uma presencialmente, outra pelo telefone, o presidente da República teria dito ao depoente que gostaria de nomear ao cargo de diretor-geral alguém que tivesse maior afinidade, não apresentando nenhum tipo de problema contra a pessoa do depoente; que o depoente registra que o presidente nunca tratou diretamente com ele sobre troca de superintendentes nem nunca lhe pediu relatórios de inteligência ou informações sobre investigações ou inquéritos policiais”, registrou Valeixo.

O ex-diretor também pontuou defesa de desempenho do delegado que comandava a a corporação no estado do Rio de Janeiro, mas negou que o presidente da República tenha pedido qualquer informação sobre investigações.

“Não lhe foi solicitada nenhuma informação por parte da Presidência da República sobre investigações ou inquéritos em tramitação na superintendência do Rio”, disse em depoimento.

Operação em áreas da Amazônia Legal terá orçamento de R$ 60 milhões

Operação envolve um efetivo de 3,8 mil profissionais e 110 viaturas

A Operação Verde Brasil 2 iniciada nesta segunda-feira (11) pelo governo federal para combater o desmatamento ilegal e focos de incêndio na Amazônia terá orçamento inicial de R$ 60 milhões. A operação é realizada após decretação de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) na Amazônia Legal. 


A operação já está em curso e envolve um efetivo de 3,8 mil profissionais, 110 viaturas, 20 embarcações, 12 aeronaves e terá bases em Belém, Porto Velho e Cuiabá.

Segundo a Vice-Presidência da República, fiscais do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) já estão fazendo buscas e autuações nos locais, protegidos por forças federais que atuam na região com poder de polícia conferido pelo decreto de GLO.

“O papel do Ministério da Defesa é de coordenação e controle. Então, as Forças Armadas não estão substituindo nem o Ibama, nem o ICMBio, nem a Funai [Fundação Nacional do Índio]. Até porque elas não são especializadas nesse tipo de atividade, muito pelo contrário”, afirmou o vice-presidente, Hamilton Mourão, em entrevista coletiva. “A capilaridade das Forças Armadas permite estabelecimento de bases no terreno, que facilitem o trabalho de fiscalização e, principalmente, que garantam a segurança e a proteção dos agentes do Ibama, ICMBio, Funai que estão realizando esse tipo de atividade”, explicou.

As operações foram planejadas tendo por base relatórios da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), órgão central do Sistema Brasileiro de Inteligência (Sisbin) e imagens geradas pelo Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam).

Desmatamento
De acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o número de alertas de desmatamento na Amazônia Legal foi maior nos primeiros meses de 2020, em relação ao ano passado. Em março, por exemplo, as áreas em alerta caíram de 251,42 km² em 2019 para 326,49 km² no mesmo mês deste ano.

Edição: Bruna Saniele

Bolsonaro coloca academias, salões de beleza e barbearia entre atividades essenciais

Jair Bolsonaro colocou academias de ginástica, salões de beleza e barbearias entre as atividades essenciais que poderão funcionar durante a pandemia.


“Saúde é vida. Quem está em casa agora como sedentário, por exemplo… Está aumentando o colesterol dele, problema de estresse, um monte de problemas acontecem. E, se ele puder ir numa academia, logicamente de acordo com as normas do Ministério da Saúde, ele vai ter uma vida mais saudável. A questão cabeleireiro também. Fazer as unhas, cabelo e et cetera é questão de higiene”, disse o presidente.

Segunda parcela do auxílio emergencial terá filas menores, diz Caixa

Presidente do banco considera impossível prever fim de qualquer fila

O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, disse hoje (11) que não existem mais filas para recebimento do auxílio emergencial, criado para reduzir o impacto financeiro do fechamento de estabelecimentos e perda de arrecadação de empregadores e empregados por causa do avanço do novo coronavírus.


Segundo Guimarães, desde a quarta-feira passada, as filas estão zeradas. “Realmente, na segunda e terça-feira, há duas semanas atrás, houve um pouco de atraso em questão da tecnologia e foi onde tivemos filas, o que já não acontece há alguns dias. Desde quarta-feira a redução foi enorme. Nos últimos quatro, cinco dias, não tivemos [filas] nas 4,2 mil agências.”

Convidado pela comissão mista do Congresso Nacional que acompanha as ações de combate ao novo coronavírus, Guimarães respondeu, em videoconferência, a perguntas de vários parlamentares. Ele reconheceu que, nas primeiras semanas da disponibilização do benefício, houve atraso no pagamento, mas ressaltou que grande número de pessoas ia às agências mesmo sem saber se tinha direito ao  auxílio.

Segundo o presidente da Caixa, 60% das filas eram formadas por pessoas com muitas dúvidas para tirar e que não tinham certeza de ter direito de receber o auxílio. Além disso, a maior parte dos que vão às agências são pessoas muito carentes que, além de precisar do dinheiro, têm dificuldades em operar um celular ou um caixa eletrônico. Contudo, Guimarães disse acreditar que as grandes filas vistas no início do pagamento da primeira parcela não serão mais vistas, embora considere impossível prever o fim de qualquer fila. “Nós temos menos filas, e quando tivermos a segunda parcela serão mais ordenadas.”

Os senadores Esperidião Amin (PP-SC) e Zenaide Maia (Pros-RN) lembraram Guimarães da possibilidade de incluir mais pessoas entre as habilitadas ao benefício por meio do Projeto de Lei (PL) 873, já aprovado no Congresso Nacional. O PL depende apenas de sanção do presidente da República. Demonstrando tranquilidade em relação ao possível aumento no fluxo de beneficiários. Pedro Guimarães informou que o pagamento será ordenado por dia de nascimento.

“[Sobre] essas novas categorias, o mais difícil já foi feito, será uma diferença menor. O aplicativo já está eficiente, e a parte operacional está bem treinada. Vai ser de acordo com o mês de nascimento. É uma coisa mais fácil de organizar. Faremos em dias escalonados para não ter todo mundo na agência ao mesmo tempo, que foi o que aconteceu há duas semanas”, afirmou Guimarães.

Em recado aos beneficiários, o presidente da Caixa disse que aqueles que forem considerados habilitados para receber o auxílio após o a realização do pagamento da primeira parcela, receberão o valor acumulado.

Edição: Nádia Franco

FAB leva cilindros de oxigênio para região de fronteira na Amazônia

Além do transporte de materiais, as ações militares na Região Norte também contaram com desinfecção em cidade do Pará.

O Ministério da Defesa fez entregas importantes para o combate ao coronavírus em região na fronteira do Brasil neste fim de semana. 


Com 70 cilindros de oxigênio na carga, aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB) partiram de Manaus com destino ao município de São Gabriel da Cachoeira, localizado a mais de 800 km da capital do Amazonas.

O município está situado no extremo norte do território brasileiro, próximo à fronteira do Brasil com a Colômbia e a Venezuela. 

A ação militar também contou com a participação da 2ª Brigada de Infantaria de Selva do Exército Brasileiro.

Ainda na Região Norte, em Marabá, capital do Pará, o 52º Batalhão de Infantaria de Selva realizou patrulhas de higienização na Feira Comercial do bairro Laranjeiras, em praças e áreas comuns do município.

Já na cidade de Itaituba, também no Pará, houve uma campanha de conscientização da população realizada pelo 53° Batalhão de Infantaria de Selva, que distribuiu panfletos e alertou a população local quanto ao risco de contaminação e sintomas do Covid-19, destaca o portal R7.

Nova testemunha conecta PT com facada em Bolsonaro, diz advogado

“Nós temos uma testemunha presencial que deteve Adélio Bispo, que o conduziu a um prédio”, disse o advogado.

Frederick Wassef, advogado do presidente da República, Jair Bolsonaro, confirmou, nesta segunda-feira (11), que uma nova testemunha do caso Adélio Bispo o procurou para apresentar novas informações.


Em setembro do ano passado, Adélio desferiu uma facada contra o então candidato presidencial Bolsonaro em Juiz de Fora, interior de Minas Gerais.

Durante participação no programa “Aqui na Band”, na emissora Bandeirantes, nesta segunda, o advogado Wassef, inicialmente, apresentou fatos previamente conhecidos do caso envolvendo a tentativa de homicídio contra Bolsonaro.

Logo em seguida, o advogado afirmou que uma testemunha nova o procurou e narrou fatos assustadores sobre o caso Adélio.

“Esta pessoa será conduzida à Procuradoria-Geral da República”, disse o jurista sobre a nova testemunha.

“Este indivíduo deteve o Adélio, este indivíduo gravou o Adélio. Outras testemunhas me procuraram e estão assustadas, com medo de assassinatos”, acrescentou.

“Doutor, quem está por trás disso foi o PT, isto foi encomendado. Houve pagamento. Houve premeditação para assassinar Jair Messias Bolsonaro”, disse Wassef, citando o depoimento de uma dessas novas testemunhas.

O advogado de Bolsonaro também teceu duras críticas contra o inquérito da Polícia Federal (PF) sobre a tentativa de assassinato praticada por Adélio.

Wassef também citou ligações do delegado da PF, que conduziu a investigação, com o ex-governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, do Partido dos Trabalhadores (PT).

Inscrições para o Enem 2020 começam nesta segunda-feira

Participante pode optar entre exame impresso ou digital

As inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 começam nesta segunda-feira (11) e vão até o dia 22 de maio. Elas poderão ser feitas por meio da página do Enem na internet.


Enem digital
A partir deste ano o Enem terá duas modalidades de provas, as impressas, com aplicação prevista para os dias 1º e 8 de novembro, e as digitais, para os dias 22 e 29 de novembro. O participante que optar por fazer o Enem impresso não poderá se inscrever na edição digital e, após concluir o processo, não poderá alterar sua opção.

A estrutura dos dois exames será a mesma. Serão aplicadas quatro provas objetivas, constituídas por 45 questões cada, e uma redação em língua portuguesa. Durante o processo de inscrição, o participante deverá selecionar uma opção de língua estrangeira - inglês ou espanhol.

Neste ano, será obrigatória a inclusão de uma foto atual do participante no sistema de inscrição, que deverá ser utilizada para procedimento de identificação no momento da prova. O valor da taxa de inscrição é de R$ 85 e deverá ser pago até 28 de maio.

Isenção de taxa
De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), todos os participantes que se enquadrarem nos perfis especificados nos editais, mesmo sem o pedido formal, terão isenção da taxa. A regra vale tanto para os participantes que optarem pelo Enem impresso quanto para os que escolherem o Enem digital e se aplica, inclusive, aos isentos em 2019 que faltaram aos dois dias de prova e não tenham justificado ausência.

Portanto, no ato da inscrição para o Enem 2020, terão isenção de taxa os candidatos que estejam cursando a última série do ensino médio este ano, em qualquer modalidade de ensino, em escola da rede pública declarada ao Censo da Educação Básica; tenham feito todo o ensino médio em escolas da rede pública ou como bolsistas integrais na rede privada e tenham renda per capita familiar igual ou inferior a um salário mínimo e meio; ou declarem estar em situação de vulnerabilidade socioeconômica, por serem membros de família de baixa renda e que estejam inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), que requer renda familiar per capita de até meio salário mínimo ou renda familiar mensal de até três salários mínimos.

A consulta aos resultados dos pedidos de recurso para a isenção de taxa de inscrição do Enem, os interessados devem acessar a Página do Participante, no aplicativo ou no site do Enem, e conferir as informações.

Acessibilidade
A Política de Acessibilidade e Inclusão do Inep visa dar atendimento especializado aos participantes que necessitarem. Para facilitar a compreensão no momento da inscrição, os atendimentos específicos (gestantes, lactantes, idosos e estudantes em classe hospitalar) foram incluídos na denominação "especializado". As solicitações para esses atendimentos também deverão ser feitas entre 11 e 22 de maio. Os resultados serão divulgados em 29 de maio. Para os pedidos que forem negados, está prevista uma fase para apresentação de recursos. O resultado final estará disponível no dia 10 de junho.

Os pedidos de tratamento por nome social serão feitos entre 25 e 29 de maio, com previsão de divulgação dos resultados em 5 de junho. O período para apresentação de recursos será entre 8 e 12 de junho e a disponibilização dos resultados finais em 18 de junho.

Edição: Aécio Amado

domingo, 10 de maio de 2020

Rede Hapvida utiliza hidroxoloroquina na fase inicial da Covid-19 e vê bons resultados

A medicação tem sido aplicada em pacientes internados, assim como também aos que estão em observação em casa.

A rede Hapvida, maior plano de saúde do país, segundo a ANS, informa que o uso da hidroxocloroquina, em associação com outras drogas, na fase inicial da covid-19, tem apresentado bons resultados para reduzir a gravidade da doença.


O diretor executivo da Hapvida, Jorge Pinheiro, afirma que caso haja o entendimento médico de que o paciente tem condições de ficar em casa e precisa da medicação, a rede dará acesso à hidroxocloroquina, especialmente devido a dificuldade de encontrar a medicação na rede farmacêutica do país.

Segundo Jorge Pinheiro, já existem 20 mil pessoas no tratamento da Covid-19 e a ideia é ampliar essa quantidade.

Até o momento, o Sistema Hapvida  investiu cerca de R$ 65 milhões em ações contra a Covid-19, envolvendo compra de EPI’s medicamentos e equipamentos.

sábado, 9 de maio de 2020

Imprensa brasileira passa vexame ao noticiar ‘churrasco fake’ de Bolsonaro

O termo foi utilizado pelo próprio presidente para ironizar a fake news que pautou a semana.

Neste sábado, 9 de maio, por meio das redes sociais, o presidente Jair Bolsonaro ironizou a imprensa brasileira, que noticiou que ele daria um churrasco, neste fim de semana para um grupo de 30 pessoas no Palácio da Alvorada.


Em vídeo, ao ser questionado por apoiadores, Bolsonaro chamou essa parte do ‘jornalismo’ de idiota.

“Churrasco? Só tô convidando a imprensa. Já tem 180 convidados. 700 pessoas confirmaram aqui. Está todo mundo convidado aqui. 800 pessoas no churrasco. Tem mais um pessoal de onde?”, ironizou.


Vale destacar que houve até informações que foram veiculadas em que jornalistas diziam a cota que cada convidado iria levar para contribuir com o evento.

Bolsonaro ainda disse que, além de ter sido criticado pelos jornalistas pelo o que ele chamou de “churrasco fake”, o Movimento Brasil Livre (MBL) “se superou e entrou com ação na Justiça”.

Vexame

Davy Albuquerque, chefe de redação do Conexão Política, chegou a comentar a “vergonha do que podemos chamar de jornalismo no Brasil”.

“A imprensa não deveria checar tudo antes de publicar?”, indagou Davy.

sexta-feira, 8 de maio de 2020

Bolsonaro: ‘Não haverá novos aumentos de impostos no país’

Em sua live semanal, o presidente voltou a dar destaque para a economia do Brasil

Nesta quinta-feira (7), o presidente Jair Bolsonaro voltou a falar sobre a importância da economia do Brasil durante sua transmissão ao vivo pelo Facebook. Apesar de problemas técnicos na live, ele explicou o decreto assinado hoje que define o setor da construção civil como atividade essencial e também sobre a possibilidade de aumentar impostos nos combustíveis.


Ao lado do presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, Bolsonaro começou falando sobre sua preocupação com a economia brasileira durante a crise do coronavírus.

– Há dois meses eu falo que não podemos esquecer a economia porque a segunda onda é terrível. E eu apanhei esse tempo todo. Agora mais da metade da população brasileira está preocupada com o emprego. Está preocupada com a economia que não está rodando. E a economia não rodando, não tem impostos. Menos impostos, falta dinheiro para educação, para tudo – explicou.

Ele também explicou os decretos que incluíram mais categorias nas consideradas essenciais, as que podem funcionar durante a pandemia.

– Assinamos dois decretos essa semana, incluindo o de atividade essencial voltado à construção civil e atividades industriais. Então vamos desafogando a questão do desemprego no Brasil. O que botamos no decreto nosso lá atrás foram as atividades essenciais, que não podem fechar. E o restante ficou a cargo de prefeitos e governadores. Como do lado de lá tem muita profissão que o pessoal foi impedido de trabalhar, começamos a abrir para o lado de cá. Obviamente respeitando as orientações do Ministério da Saúde. Então em grande parte o pessoal da construção já pode voltar ao trabalho normalmente. E são as pessoas mais humildes que precisam – ressaltou.

O presidente, no entanto, teve problemas para concluir a live, já que a transmissão estava inconstante e acabou caindo diversas. Por fim, ele conseguiu voltar a transmitir e falou sobre a possibilidade de aumentar impostos de combustíveis. Bolsonaro negou qualquer medida nessa direção.

– Questão de combustível. O preço está lá embaixo, mas tem um setor que está sendo prejudicado, o pessoal do etanol. Alguns querem que nós aumentemos o Cide, que compete ao poder Executivo. E nós não queremos aumentar impostos. Agora quase 1 milhão de pessoas podem ser prejudicadas. Agora não adianta aumentar o imposto se, por exemplo, o consumo da gasolina, de janeiro para cá, caiu 35%. O consumo do etanol caiu 50%. E o consumo de diesel caiu 20% (…) Da minha parte não haverá novos aumentos de impostos no Brasil. Não pretendemos isso. Inclusive é uma política do [ministro] Paulo Guedes, por ocasião da reforma tributária, buscar diminuir essa carga monstruosa que temos no Brasil – destacou.

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