Menu Right

Top Social Icons

Responsive Full Width Ad

Publicidade
Publicidade
✆ 93 9 9211 0226
WhatsApp
WhatsApp

Mostrando postagens com marcador Eleições. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Eleições. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

O que é o toque fantasma no iPhone X e qual a solução

Depois de vários meses de reclamações em redes sociais e fóruns de tecnologia, empresa reconheceu problema na tela do smartphone. Veja que saída a Apple oferece aos usuários. Lançado no ano passado, o iPhone X foi o smartphone mais caro (US$ 999. No Brasil, o aparelho é encontrado à venda por uma média de R$ 5.500) em dez anos de história da Apple. Mas o celular que a empresa americana vendeu com o slogan "um salto à frente" deu um enorme passo para trás quando dezenas de clientes começaram a reclamar de uma falha conhecida como "toque fantasma".

O que é o 'toque fantasma' no iPhone X e qual a solução oferecida pela Apple

Nos fóruns online da Apple, multiplicavam-se as queixas sobre o assunto: há centenas de resultados quando se procura pelo termo em inglês "ghost touch" na página de suporte técnico da empresa. Trata-se de uma falha curiosa que afeta a tela do aparelho - a primeira da Apple a ser desbloqueada sem botão de início - e que gera um efeito no qual uma espécie de dedo invisível parece mover-se à vontade por ícones de aplicativos, por exemplo.

Em outros casos, a tela não responde ou funciona de forma irregular.  

"Meu iPhone X ficou praticamente inutilizável devido ao toque fantasma. Tentei reiniciá-lo várias vezes, mas está ficando cada vez pior. Podem me ajudar?", escreveu um usuário chamado Lewis no site da Apple em agosto deste ano.

Um dos técnicos da empresa respondeu com o link de uma página de ajuda na qual a Apple sugere a reinicialização do dispositivo "se a tela não responder ao toque". Ele não ofereceu outras soluções no caso de a reinicialização não funcionar.

No site Reddit - que reúne grupos de discussão sobre diversos assuntos - há também dezenas de comentários sobre o problema. Em alguns deles, os clientes da Apple se dizem "irritados", "furiosos" e até "enojados". Mas, após vários meses de controvérsia na internet, a empresa reconheceu o problema.

A resposta da Apple

"A Apple determinou que algumas telas do iPhone X podem sofrer problemas de toque devido a um componente que pode falhar no módulo da tela", informou a empresa em um comunicado publicado em seu site na última sexta-feira.

A empresa de tecnologia diz que, nos dispositivos afetados, a tela - ou parte dela - não responde imediatamente ao toque ou reage mesmo quando não é tocada. Em ambos os casos, a empresa lançou um programa de substituição gratuita da tela em lojas da Apple ou fornecedores autorizados.  A oferta é válida apenas para os iPhone X que foram afetados pela falha. A empresa compromete-se a mantê-la em vigor por um período de três anos. A empresa também diz que se o usuário já mandou consertar o smartphone por conta própria, pode pedir reembolso. 

Antecedentes

Esta não é a primeira vez que os celulares da Apple enfrentam críticas. Uma das últimas controvérsias da Apple tem a ver com o caso "Chargegate", que abrange os problemas com as baterias dos novos smartphones iPhone XS e XS Max, que têm problemas para carregar.

Houve também controvérsia sobre a lentidão deliberada de alguns modelos de iPhone depois de atualizações de software, algo que a Apple reconheceu pela primeira vez em 2017 e justificou como uma maneira de gerenciar o envelhecimento inevitável de baterias de íons de lítio.

"Nosso objetivo é proporcionar a melhor experiência aos nossos clientes", disse a empresa. 

"A Apple sempre foi muito boa em administrar expectativas. Este é um exemplo de como eles arruinaram (isso)", escreveu Nick Heer, desenvolvedor de blogs de tecnologia.

Outros analistas acusaram a empresa de "falta de transparência".

Desta vez, não houve muitas explicações sobre o "componente" que causa a falha do iPhone X, mas uma substituição gratuita foi oferecida.

Em 2016, o iPhone 6 Plus também apresentou complicações com a tela sensível ao toque. No entanto, a empresa cobrou US$ 149 a seus clientes para consertar o defeito.

Por BBC

'Guerra' balança preço do Bitcoin com risco de racha nas criptomoedas

Futuro do Bitcoin Cash está sendo disputado em um confronto que mede o poder de mineração de cada lado.  Uma "batalha virtual" vem sendo travada desde quinta-feira (15) para decidir o futuro da criptomoeda Bitcoin Cash (BCH), uma derivação do Bitcoin criada com o intuito de tornar a moeda mais utilizável no dia a dia. A moeda passa por reformulações periódicas, mas, desta vez, dois grupos divergem sobre o que deve ser modificado. Um dos grupos prometeu tentar forçar a rede a adotar a sua versão da moeda utilizando um "ataque de 51%".

'Guerra' balança preço do Bitcoin com risco de racha nas criptomoedas

O Bitcoin, que estava cotado a US$ 6,3 mil na quarta-feira (14), baixou para US$ 5,3 mil em menos de 24 horas. A moeda segue por volta dos US$ 5,6 mil neste sábado (17). O Bitcoin Cash, a moeda que está em disputa, caiu de US$ 520 para US$ 400 e muitas das casas de câmbio ("exchanges") de criptomoedas congelaram envios, recebimentos, depósitos e saques em Bitcoin Cash.

O "ataque de 51%" é uma fragilidade intencional do Bitcoin e da rede blockchain usada pelo Bitcoin. Nessa rede, as transações são incluídas em "blocos" que devem trazer uma solução para um problema matemático em um processo chamado de "mineração". O desafio matemático existe para garantir que a somatória do poder de processamento dos participantes da rede decida, de maneira democrática, os "caminhos" do Bitcoin.

Porém, quando um só indivíduo ou grupo hegemônico possui mais que 51% de todo o poder de processamento que soluciona o cálculo exigido pelos blocos da rede, esse grupo tem força para determinar a maioria dos blocos válidos, criando a possibilidade do "ataque de 51%".

Com essa capacidade, alguém poderia evitar a criação de blocos que não aderem a um determinado padrão, por exemplo. Mesmo que um bloco seja criado fora desse padrão por outras pessoas, o poder de processamento de 51% garante que, vez ou outra, dois blocos serão resolvidos em sequência por esse grupo controlador, isolando blocos criados por outras pessoas da rede.

Com isso, eles estariam ditando as regras da rede e também monopolizando as "recompensas de bloco" -- as moedas fornecidas como "prêmio" a quem soluciona cada bloco. Na rede do Bitcoin e seus derivados, cada bloco precisa referenciar o anterior. Quando muitos blocos são processados seguindo um certo padrão, a rede naturalmente se estabelece sobre esse "pilar", ainda que, no futuro, o responsável pelo ataque de 51% não detenha mais esse poder.

Por causa da disputa, não se sabe se haverá apenas um Bitcoin Cash ou até se a moeda pode ficar dividida para sempre, passando a existir dois Bitcoin Cash. O desfecho pode demorar "semanas", segundo a exchange Coinbase, uma das mais relevantes do mercado. A empresa não forneceu nenhuma previsão para reativar negociações em Bitcoin Cash.

ABC contra SV

Craig Wright, uma figura conhecida no mundo das criptomoedas por ter afirmado que era Satoshi Nakamoto, o criador do Bitcoin (uma alegação que ele depois desistiu de provar), promoveu uma versão do Bitcoin Cash denominada "BitcoinSV". SV significa "Satoshi's Vision" ("Visão do Satoshi") e supostamente aproxima o Bitcoin Cash dos objetivos expostos no artigo que deu origem ao Bitcoin, criado pela figura de Satoshi Nakamoto. A identidade real de Nakamoto é desconhecida até hoje.

Wright conta com o apoio de Calvin Ayre, um bilionário do ramo de apostas on-line, dono do grupo de mineração Coingeek. Do outro lado está o BitcoinABC, cujo desenvolvimento é liderado por Amaury Séchet. Séchet conta com o apoio de Roger Ver, um notório investidor em criptomoedas dono da Bitcoin.com, e Jihan Wu, cofundador da Bitmain, uma fabricante de equipamentos de mineração.

Wright afirma que Séchet e seus apoiadores estão ditando as regras do Bitcoin e centralizando a administração da moeda com suas mudanças programadas no protocolo. Ele promete que o BitcoinSV não sofrerá novas modificações, exceto por uma mudança no tamanho do bloco que permite que o Bitcoin processe mais transações por minuto. 

Apoiadores do BitcoinABC criticam Wright por estar tentando impor sua visão à comunidade e criando um racha que prejudica as moedas. No campo técnico, há uma divergência sobre uma mudança conhecida como "CTOR", que flexibiliza a ordem das transações dentro dos blocos, e da possibilidade de adicionar conexões externas com outras redes de criptomoedas. O BitcoinABC defende uma maior flexibilização no Bitcoin. Wright alega que as mudanças não trazem os benefícios desejados e que é preciso seguir a visão delineada por Satoshi Nakamoto.

O BitcoinABC chegou a abrir uma vantagem de 30 blocos na frente do SV. Essa vantagem caiu para 10 e, neste sábado, estava entre 15 e 20, de acordo com o site "Coin Dance".

Guerra teria custo milionário

O processamento responsável por solucionar o cálculo matemático exigido pelos blocos de Bitcoin tem um alto custo de energia elétrica. Hoje, esses custos são pagos com as "recompensas do bloco" -- as moedas que são distribuídas aos "mineradores" responsáveis por cada bloco.

Para disputar o Bitcoin Cash, parte do poder de processamento hoje direcionado ao Bitcoin original foi redirecionado para o Bitcoin Cash, especialmente para o BitcoinABC.  Porém, como o Bitcoin Cash vale menos de 1/10 do Bitcoin original, desviar esses recursos acarreta em perdas financeiras, já que o Bitcoin Cash não é nem mesmo capaz de cobrir os custos de energia elétrica desses equipamentos. Segundo a Coingeek, esse desvio pode estar custando US$ 14 milhões por dia aos apoiadores do BitcoinABC.

Caso a guerra se prolongue, Wright ameaçou "queimar" suas reservas em Bitcoin para conseguir financiar esses custos e chegou a dizer que o preço do Bitcoin poderia cair para US$ 1.000. 

Por que tanto interesse no Bitcoin Cash?

O Bitcoin Cash é uma derivação do Bitcoin original. Ele difere do Bitcoin tradicional em certos pontos, principalmente no que se refere à capacidade de transações. Realisticamente, o Bitcoin é capaz de quatro ou cinco transações por segundo, o que torna a moeda inviável para aplicações globais.

O Bitcoin Cash foi criado em 2017 para resolver esse problema. Defensores acreditam que, com a possibilidade de adoção e uso real da moeda, o valor dela pode superar o valor do Bitcoin original, cujas limitações técnicas podem impedir a adoção da tecnologia para pagamentos cotidianos.

Embora existam propostas alternativas para esse problema que não envolvam a criação de outra "moeda" (sendo a Lightning Network a solução de maior destaque), ainda não foi possível colocar em prática nenhuma dessas soluções.

Por Altieres Rohr

Caiu no golpe da promoção falsa d'O Boticário? Veja o que fazer

Blog tira dúvidas sobre golpe no WhatsApp, recuperação de senha no Google e restauração de sistema no Motorola Moto G6.

Caí no golpe da promoção falsa d'O Boticário, e agora?

Oi, Ronaldo! Eu recebi no WhatsApp uma mensagem sobre uma promoção d'O Boticário em que para receber o brinde era necessário responder a um questionário e depois compartilhar o anúncio com 10 amigos. Eu fiz tudo isso, e só depois descobri que fui vítima de um golpe. E agora? — Amanda

Caiu no golpe da promoção falsa d'O Boticário? Veja o que fazer

Olá, Amanda! Esse golpe tem sido recorrente, apenas mudando o brinde oferecido. Na prática ele não é perigoso, desde que você não tenha instalado algum app indicado na mensagem e fornecido dados pessoais (número de documentos, senha, informações bancárias). Os golpistas criam uma página interativa em que a vítima é induzida a prosseguir respondendo perguntas simples e compartilhando a promoção com os seus contatos. Essa tática tem como finalidade atrair acesso a uma página falsa, que está repleta de anúncios. A monetização do golpe ocorre por causa dos acessos ao site; ao acessá-lo o seu aparelho não corre o risco de ter alguma praga virtual instalada. Se você preferir, é possível realizar o reset das configurações originais de fábrica: esse procedimento serve para eliminar completamente qualquer app malicioso que possa ter sido instalado acidentalmente. A empresa já se posicionou sobre o uso de um de seus produtos na fraude, confira aqui a nota de esclarecimento.


Como acelerar a recuperação da senha do Google?

Olá, Ronaldo! Eu esqueci a minha senha da conta no Google, fiz a solicitação de redefinição mas deram a previsão de até 5 dias para o envio do código de segurança. Existe alguma maneira de eu acelerar esse processo? — Fausto

Olá, Fausto! O processo do Google para a verificação de segurança demora entre três a cinco dias. Infelizmente não existe uma maneira manual que acelere a geração de um código de acesso para o cadastramento de uma nova senha.

Como redefinir as configurações originais de fábrica no Motorola Moto G6?

Eu preciso redefinir as configurações originais de fábrica no Motorola Moto G6, mas não estou conseguindo. Você poderia me ajudar? — Mari

Olá, Mari! Para você realizar o reset de fábrica, siga os passos descritos abaixo:

Desligue o aparelho;
Pressione simultaneamente o botão "Power" e a tecla de "Volume-";
Pressione a tecla de "Volume-" e localize a opção "Recovery" e selecione usando a tecla "Volume+";
Pressione a tecla de "Volume-" vá até a opção "wipe data/factory reset" e selecione com a tecla "Power";
Confirme a redefinição das configurações de fábrica selecionando a opção "Yes — delete all user data";
Selecione a opção "Wipe cache partition". Pressione a tecla "Power" e selecione a opção "Reboot System Now";

Ao término do processo, o seu celular estará com as configurações originais de fábrica restauradas, e pronto para ser usado normalmente. Mas vale salientar que todas as informações armazenadas na memória do aparelho serão perdidas.

Por Ronaldo Prass

Vendas na 'Cyber Monday' sobem 20% no Brasil, diz Ebit|Nielsen

As vendas do comércio eletrônico atingiram R$ 372 milhões, As vendas do comércio eletrônico do Brasil na segunda-feira (26) subiram 20,7% na comparação anual, atingindo R$ 372 milhões, com avanços no número de encomendas e no valor médio das compras, informou nesta terça-feira a empresa de pesquisa de mercado Ebit|Nielsen.

Vendas na 'Cyber Monday' sobem 20% no Brasil, diz Ebit|Nielsen

Segundo a companhia, o valor médio das compras subiu 15,7% sobre o ano passado, para R$ 494, enquanto o número de encomendas avançou 4%, para R$ 752 mil. O desempenho ocorreu após a empresa apurar um crescimento de 23% nas vendas do varejo online durante a Black Friday, na semana passada, para R$ 2,6 bilhões.

Considerando o movimento de quinta-feira (22), quando varejistas fizeram ações promocionais para antecipar a Black Friday, a Ebit|Nielsen afirmou que o valor faturado pelas empresas foi de R$ 3,92 bilhões, alta anual de 24%.

"A Black Friday é individualmente a data mais importante do ano para o ecommerce e faz parte do período do Natal, período de maior faturamento. Esse resultado deve contribuir para que o ecommerce feche 2018 com crescimento bem consistente", disse em comunicado Ana Szasz, líder comercial para Ebit|Nielsen.

Já a empresa de meios de pagamentos Cielo afirmou que o volume de vendas do varejo como um todo entre quinta-feira e domingo mostrou crescimento de 11,2% ante mesmo período de 2017. A empresa não informou valores, mas afirmou que o crescimento registrado em 2017 tinha sido de 8,8%.

Por Reuters


PM abre processo administrativo contra policial flagrado levando dinheiro de banco assaltado

A Polícia Militar do Piauí vai apurar as circunstâncias da prisão do policial preso ao ser flagrado recolhendo dinheiro de agência bancária atacada por criminosos, em Bacabal (MA), no domingo (25).

A Polícia Militar do Piauí (PM-PI) abriu um processo administrativo contra o policial André dos Anjos Santos, preso ao ser flagrado recolhendo o dinheiro da agência do Banco do Brasil após o ataque de criminosos no domingo (25), em Bacabal (MA). Ao G1, o comandante da PM, coronel Lindomar Castilho, informou que a Polícia Civil do Maranhão vai enviar informações sobre a prisão.

PM abre processo administrativo contra policial flagrado levando dinheiro de banco assaltado

O policial, que é lotado no 13º Batalhão da Polícia Militar de Teresina, continua preso no Maranhão. “Já solicitamos informações para o delegado responsável pelo caso. O André não teve participação no assalto. Ele, juntamente com outras pessoas, pegou parte do dinheiro deixado pelos criminosos após o assalto”, informou o coronel Lindomar Castilho.

“Foram naquela história de que achado não é roubado, mas pela lei não é assim que funciona. Isso é apropriação indevida, furto e ele vai responder à Justiça do Maranhão por isso. Aqui, como ele é um policial, vai passar pelo processo administrativo”, completou o comandante.

PM abre processo administrativo contra policial flagrado levando dinheiro de banco assaltado

No momento da prisão, André dos Anjos informou aos policiais que é militar e que estava de folga, que estava na cidade para ministrar aulas de geografia. De acordo com o coronel Lindomar Castilho, as informações passadas pelo policial serão verificadas durante a investigação da polícia do Maranhão e durante o processo administrativo da corporação.

Por Lucas Marreiros, G1 PI

Policial que morreu após atirar contra si dentro da delegacia em Uberlândia é enterrado

Expediente do órgão ficou reduzido nesta quinta (29). Homenagens foram feitas ao policial. Foi enterrado na tarde desta quinta-feira (29) o corpo do policial civil Neilton Tavares, que atentou contra a própria vida dentro da Delegacia Regional de Uberlândia. Devido ao fato, o expediente do órgão ficou reduzido.

Policial que morreu após atirar contra si dentro da delegacia em Uberlândia é enterrado

Policiais prestaram homenagem durante o enterro. A assessoria da Polícia Civil em Belo Horizonte informou que irá apurar os fatos e que um inquérito será instaurado. O policial atirou contra si durante a tarde desta quarta-feira (28). Ele chegou a ser socorrido ao Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia (HC-UFU), mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

A reportagem da TV Integração apurou que Neilton Tavares fazia acompanhamento psicológico e utilizou a própria arma para atirar contra a cabeça nas dependências da delegacia.

Por Triângulo Mineiro

Publicidade

Responsive Full Width Ad